| Horário | Segunda | Terça | Quarta | Quinta | Sexta |
| das 12:00 as 13:30h |
X |
X |
|||
| das 16:00 as 18:00h | X | X | |||
| das 18:00 as 20:30h |
X | X | X | X | X |
Os horários acima são válidos apenas no período de aulas regulares da Unicamp e quando não está chovendo. O muro de escalada não funciona no período de férias (nem feriados).
Valores
As três primeiras visitas são gratuitas, para ver se você gosta de escalar, etc.. e tal, depois disso, você é convidado a contribuir com uma *semestralidade* no valor de R$ 30,00 ou uma *anuidade* de R$ 50,00. Esse é um valor simbólico e o também o valor mais baixo no Brasil referente a escalada esportiva “indoor” (ou em muros artificiais). Mas… não se preocupe com isso nesse momento. Você é convidado a conhecer e praticar um pouco antes de decidir se quer ou não continuar.
Essa contribuição é utilizada para a manutenção dos equipamentos do GEEU e para as atividades que realizamos.
Equipamentos
O GEEU tem a sua disposição todos os equipamentos necessários : mosquetão, cadeirinha, sapatilhas…. você não precisa trazer/levar nada além de sua boa vontade ! Claro, se você já tiver a sua própria cadeirinha, mosquetão ou sapatilha, tudo fica mais fácil e confortável !
O que é escalada ? Quais os tipos de escalada ?
Se você é iniciante no assunto, é bem provavél que não esteja a par de todas as nuances da escalada… Vou tentar explicar mais abaixo algumas das diferentes modalidades de escalada, e onde a Escalada Esportiva “Indoor” (que é o caso do GEEU) se enquadra, ok ?
Hah… uma grande parcela de nós, integrantes do GEEU, escala regularmente em ambientes naturais, ou seja, em rocha. Temos boas oportunidades em Campinas mesmo (Pedreira do Jd. Garcia, vide o site www.marski.org para obter o guia do local) ou na região (Analândia, Pedra do Baú, Andradas…). Vale a pena dizer, que é fundamental que você tenha todo o cabedal de conhecimento necessário *antes* de aventurar-se a escalar em rocha, visto que os riscos e os cuidados são bem distintos dos encontrados no ambiente do GEEU. Em Campinas existem empresas e pessoas que ministram cursos básicos e avançados de escalada em rocha (eu, o Evandro Duarte, o Grade VI, etc…)
Pois bem… Hoje, é bastante bem aceita a idéia de que escalada é um termo genérico que engloba muitos esportes diferentes. Mas nem sempre foi assim. Até os anos 60, acreditava-se que todos os escaladores deviam seguir procedimentos e regras semelhantes. Foi então que Lito Tejada Flores, escalador, fotógrafo e cineasta americano, escreveu um ensaio chamado The Games Climbers Play (Os Jogos que os Escaladores Jogam). Observando as disputas sobre a validade ou não de escalar em artificial, de usar pitons ou grampos, de trabalhar a via com corda por cima ou de grampear uma parede sem conquistá-la (em rapel), Flores percebeu que os vários grupos de escaladores não estavam falando a mesma língua, e nem jogando o mesmo jogo. Portanto, as regras que valiam para uns não eram válidas, necessariamente, para os outros.
Em essência, o que Flores observou é que as regras existem para que o jogo da escalada não fique fácil demais - e nem difícil demais. Assim, quando uma modalidade não envolve dificuldades naturais, criam-se regras para torná-la mais difícil. O melhor exemplo disso é, provavelmente, o bouldering, a escalada de blocos ou falésias com alguns poucos metros de altura. O escalador de boulder não precisa se preocupar com o mal tempo, não precisa de resistência para agüentar o dia inteiro na parede, não precisa lidar com o gelo instável dos glaciares e nem com as avalanches. À primeira vista, tudo parece muito fácil. Mas as regras dessa modalidade proíbem o uso de qualquer equipamento, exceto sapatilha e magnésio. Até mesmo a corda está fora de cogitação para qualquer escalador de boulder que se preze.
No outro extremo, temos as modalidades que envolvem grande exposição às condições ambientais, como a escalada de alta montanha. Nelas, os riscos ambientais são tão grandes, que quase tudo é permitido: martelar pitons nas fendas, escalar em artificial, subir com ascensores pela corda fixada por alguém, usar uma ponte de alumínio para passar sobre uma greta e até mesmo respirar oxigênio engarrafado. A idéia por trás disso é que o ambiente de alta montanha já traz dificuldades suficientes. Assim, relaxam-se as regras para que a escalada não se torne difícil demais.
|
Modalidades em Rocha e Muro Artificial |
|
Muro Artificial
A escalada esportiva em muro artificial é divertida, exige pouquíssimo equipamento, é 100% segura e pode ser praticada mesmo com chuva ou milhares de quilômetros longe das montanhas. Por isso, é uma ótima forma de treinamento para quem mora longe da rocha. É também a única modalidade competitiva reconhecida pela União Internacional de Associações de Alpinismo, UIAA. Em geral, a escalada em muro artificial para fins de treinamento ou simples diversão é feita com corda por cima, ou seja, não existe a menor possibilidade de quedas ! No muro do GEEU praticamos a escalada em muro artificial.
Bouldering
Modalidade radicalmente atlética. Atinge os mais altos graus de dificuldade técnica entre todas as formas de escalada. Um problema de bouldering consiste num único lance, extremamente difícil, que é escalado sem corda, sempre a poucos metros do chão. As quedas são normais e fazem parte do jogo. Embora o escalador possa ferir o tornozelo se cair de mal jeito, a modalidade é bastante segura; é improvável que aconteça um acidente grave em bouldering. Ao praticar bouldering, é recomendável remover as pedras soltas do chão e ter alguém por perto, de prontidão, para equilibrar o escalador quando ele cair, evitando que caia de mal jeito.
Escalada Esportiva
Modalidade atlética em rocha que se desenvolveu muito nos anos 80. Envolve regras e um vocabulário bastante específicos. É praticada em vias curtas (raramente mais de 20 metros), de grande dificuldade técnica (a maioria acima do 7o grau) e sempre bem protegidas. Em escalada esportiva, não existe conquista de via. As vias são grampeadas de cima para baixo, em rapel. As costuras são também colocadas em rapel. Quando se usa proteção móvel, o que é raro nessa modalidade, as ancoragens são previamente instaladas na rocha. Como nas competições em muro artificial, o escalador sobe sem nenhum material de proteção e vai engatando a corda nos mosquetões previamente instalados à medida que progride.
O objetivo básico é escalar a via inteira, a partir do chão, com segurança por baixo, sem cair e sem se apoiar na corda ou nos grampos para descansar. Isso é chamado de redpoint ou encadeamento. Se uma via foi grampeada (também se diz equipada) mas ninguém conseguiu fazer o redpoint, então ela é chamada de projeto. Se o redpoint for conseguido na primeira tentativa, ganha o nome de flash. Se o autor do flash não viu ninguém escalando a via antes, então trata-se de um flash on-sight. Se o escalador cai repetidas vezes enquanto ensaia uma via, isso é chamado de hangdogging. Em geral, os catálogos de vias esportivas indicam o nome do autor do primeiro redpoint que, quase sempre, é o mesmo esportista que grampeou a via. Na escalada esportiva ortodoxa, não se escala com corda por cima, exceto como treinamento.
Mesmo para quem prefere a escalada tradicional, vale a pena praticar um pouco em vias esportivas. É uma ótima maneira de desenvolver as habilidades para escalar graus mais elevados.
Em Campinas temos a Pedreira do Jd. Garcia (www.marski.org) e o Pico das Cabras (em Joaquim Egídio) e na regiao temos Analandia (www.hangon.com.br) , Andradas e Pedra do Baú.
Escalada Livre Tradicional ou Clássica
Na escalada livre tradicional, o objetivo é escalar a via no melhor estilo possível. Isso significa basicamente evitar o uso de pontos de apoio artificiais. Ainda assim, ao contrário do que acontece na escalada esportiva, uma via tradicional pode incluir algum trecho de progressão em artificial. Em geral, o grau de dificuldade técnica atingido é mais baixo do que nas vias esportivas (raramente acima do 7º), mas há a exigência de resistência física para suportar longas horas na parede. Além disso, há um contato maior com o ambiente, o que torna recomendável conhecer um pouco de meteorologia e até de navegação em trilha (para chegar até a via).
Na escalada livre clássica, as vias são conquistadas, quer dizer, a primeira ascensão é feita com segurança por baixo. Nesta modalidade, e também na escalada alpina e na de big wall, a ascensão é, em geral, feita em duplas. Cada escalador se prende a uma das pontas da corda. Aquele que sobe primeiro é chamado de guia e, o outro, de participante ou segundo. Este escala com segurança dada por cima pelo guia. É comum os dois trocarem de posições após cada enfiada de corda. A proteção móvel é empregada sempre que possível (ou seja, sempre que existirem fendas adequadas) e pode haver trechos sem proteção nenhuma na via (graus R ou X na graduação de Ericson).
A regra básica, nas conquistas, é proteger suficientemente os lances mais difíceis e supor que o guia não vai cair naqueles bem mais fáceis (dois graus ou mais abaixo do lance mais difícil). Ninguém deve esperar uma segurança total, como a encontrada na escalada esportiva. Na escalada tradicional há alguns lances em que, simplesmente, o guia não deve cair, e outros em que a queda é aceitável (geralmente, os mais difíceis). É normal uma via tradicional exigir duas cordas para o rapel de descida.
Ufa.. é isso… venha nos conhecer, nem que seja para bater um papo !




Comentarios
abs
Roger
Como funciona o que preciso para entar no grupo?
obrigada
Ligia CN
Mas vocês são bem vindas sim, apareçam (nos horários previstos, claros...)
Eu começei puc esse ano e até então estava escalando em mg, itajubá, vcs devem conhecer a região, mas enfim, achei em campinas a cia atletica(muito cara ) , tem a grade 6, q parece estar em reforma, e comentaram comigo do muro da unicamp....
é isso, se desse pra responder, eu ia ficar muito feliz! brigada gente
RSS para comentarios a este post.